Wednesday, August 21, 2019

DEUTSCH -- BENJAMIN FULFORD: 19:08:2019


US-Regierung leidet an tödlicher Epstein-Barr-Infektion
19. August 2019
Der politische Dialog in den US wurde zuletzt beherrscht vom pädophilen Mossad-Erpresser Jeffrey Epstein und dem Iran-Contra-Vertuschungskünstler der Bush-Ära, Justizminister William Barr, und das ist wahrscheinlich kein Zufall. Die Wahl von Epstein und Barr könnte ein absichtliches Kopfnicken in Richtung Epstein-Barr-Virus sein. Auch bekannt als Mononukleose oder „Pfeiffer‘sches Drüsenfieber“war Epstein-Barr (EB) eines der ersten Viren, die von der Nazi-Gruppe konstruiert wurden, um Krebs in ausgewählten Opfern zu erzeugen, laut japanischem Militärgeheimdienst. In diesem Fall haben wir einen vorgetäuschten öffentlichen Kampf zwischen den Tiefer-Staat-Vertretern Epstein (Mossad) und Barr (Nazi/Mossad), der absichtlich eine tödliche Fehlfunktion im politischen Dialog der USA zu verursachen scheint, wie er in den Unternehmens-Propaganda-Medien abgebildet wird.
Lassen Sie uns hinter die „verpfuschte“ Operation Epstein blicken, um zu sehen, ob sie in Wirklichkeit Teil von etwas viel Raffinierterem ist.

NL -- BENJAMIN FULFORD: 19:08:2019


Amerikaanse regering lijdt aan een Epstein-Barr infectie...

Benjamin Fulford -19 augustus 2019

De politieke dialoog van de laatste tijd in de VS werd gedomineerd door de Mossad-pedofiele chanteur Jeffery Epstein en de in het Bush-tijdperk levende Iran Contra-doofpotkunstenaar, procureur-generaal William Barr, en dit is waarschijnlijk geen toeval.  De keuze voor Epstein en Barr zou wel eens een bewuste knipoog kunnen zijn geweest naar het Epstein-Barr virus.  Epstein-Barr (EB), ook bekend als mononucleosis of de "kusziekte", was een van de eerste virussen die door de nazi-factie werden ontwikkeld om kanker te veroorzaken bij gerichte slachtoffers, volgens de Japanse militaire inlichtingendienst.  In dit geval hebben we een geënsceneerde publieke strijd tussen Deep State agent Epstein (Mossad) en Barr (Nazi/Mossad) die opzettelijk een fatale storing lijkt te veroorzaken in de politieke dialoog in de V.S., zoals de propagandamedia van het bedrijfsleven die voor het voetlicht hebben gebracht.

Laten we eens een kijkje nemen achter de " verknalde" Epstein-operatie om te zien of deze daadwerkelijk deel uitmaakt van iets veel verfijnders.

FR -- BENJAMIN FULFORD: 19:08:2019




Le gouvernement des Etats-Unis souffre d’infection terminale Epstein-Barr

 Benjamin Fulford, le 19 août 2019

Le dialogue politique Américain a récemment été dominé par le maître-chanteur pédophile agent du Mossad Jeffrey Epstein et par le maître-dissimulateur de l’affaire Iran-Contra de l’ère Bush, le Procureur Général William Barr, et ce n’est probablement pas une coïncidence. La sélection d’Epstein et de Barr pourrait être une allusion symptomatique au virus Epstein-Barr. Egalement appelé mononucléose ou « maladie du baiser », Epstein-Barr* (EB) était un des premiers virus conçus génétiquement par la faction Nazie pour provoquer le cancer chez des victimes ciblées, selon le renseignement militaire Japonais. En l’occurrence nous assistons à la mise en scène d’une lutte publique entre les agents de l’Etat Secret Epstein (Mossad) et Barr (Nazi/Mossad), qui semble  délibérément provoquer un dysfonctionnement fatal dans le dialogue politique aux Etats-Unis, comme le prouvent les médias de propagande privés.

*Le virus d'Epstein-Barr ou virus de l’herpès 4 est un virus de la famille des Herpesviridae. Il fait partie de la sous-famille des Gammaherpesvirinae. Le virus d'Epstein-Barr cause plusieurs maladies dont la mononucléose infectieuse et le lymphome de Burkitt. Wikipédia


Etudions les dessous du « loupé » de l’opération Epstein pour voir si elle ne fait pas partie d’un plan beaucoup plus sophistiqué.

RU -- Бен Фулфорд - 19 августа 2019 года

Бен Фулфорд - 19 августа 2019 года - Правительство США страдает от смертельного вируса Эпштейна-Барра





В последнее время в политическом диалоге в США преобладали шантажист-педофил «Моссада» Джеффри Эпштейн и генеральный прокурор, расследовавший скандал "Иран контрс" эпохи Буша Уильям Барр, и это вероятно, не случайно. Выбор Эпштейна и Барра вполне мог быть преднамеренным намёком на вирус Эпштейна-Барра, также известного, как мононуклеоз или «болезнь поцелуев». Это был один из первых вирусов, созданных нацистской группировкой для вызывания рака у выбранных жертв. В этом случае мы имеем инсценированную  публичную борьбу между агентами «Глубинного государства» Эпштейном (Моссад) и Барром (нацисты/Моссад), которая, по-видимому, преднамеренно вызывает фатальную неисправность в политическом диалоге в США, представленном корпоративными пропагандистскими СМИ.
Давайте взглянем на «провальную» операцию Эпштейна, чтобы увидеть, не является ли она на самом деле частью чего-то гораздо более сложного.

CH -- BENJAMIN FULFORD: 19:08:2019



U.S. government suffers from terminal Epstein-Barr infection
美国政府感染晚期爱泼斯坦巴尔病毒


The U.S. political dialogue of late has been dominated by Mossad pedophile blackmailer Jeffery Epstein and Bush-era Iran Contra cover-up artist Attorney General William Barr, and this is probably no coincidence.  The choice of Epstein and Barr may well have been a deliberate nod to the Epstein-Barr virus.  Also known as mononucleosis or the “kissing disease,” Epstein-Barr (EB) was one of the first viruses engineered by the Nazi faction to cause cancer in targeted victims, according to Japanese military intelligence.  In this case, we have a staged public fight between Deep State agents Epstein (Mossad) and Barr (Nazi/Mossad) that seems to be deliberately causing a fatal malfunction in the U.S. political dialogue as portrayed by the corporate propaganda media.
美国最近的政治话题,已经充斥着摩萨德恋童癖勒索者杰弗里·爱泼斯坦和布什时代的伊朗康特拉军事承包公司掩盖艺术家——总检察长威廉·巴尔的事情,这可能不是巧合。爱泼斯坦和总检察长巴尔的选择很可能是对爱泼斯坦巴尔病毒的故意点头。根据日本军事情报机构的消息来源说,爱泼斯坦巴尔病毒也被称为单核细胞增多症或接吻病这种病毒民族国家社会主义派系设计的第一批在目标受害者身上引起癌症的病毒之一。在这种情况下,我们看到在深层国家派系特工爱泼斯坦(摩萨德)和巴尔(民族国家社会主义/摩萨德)之间展开了一场公开的战斗,这场战斗似乎故意造成了企业宣传媒体所描绘的美国政治对话的致命故障。

Let us look behind the “botched” Epstein operation to see if it is actually part of something much more sophisticated.
让我们看看拙劣的爱泼斯坦行动的幕后看看它是否真的是更精密行动的一部分。

Tuesday, August 20, 2019

PT -- FULL SPECTRUM DOMINANCE - Capítulo Quatro - Parte 3

Resultado de imagem para pictures of the book Full Spectrum Dominance

ou
DOMÍNIO DA UNIVERSALIDADE


Tibete: É Libertado um Velho Activo da CIA  

No início de 2008, o ‘establishment dos EUA’ determinou que era o momento de uma grande escalada de pressão sobre a China, desencadeando, desta vez,  desestabilização dentro do território chinês, na Província Autónoma do Tibet.

Foi um momento extremamente sensível nas relações EUA-China. Os mercados financeiros dos Estados Unidos estavam extremamente dependentes do investimento dos dólares excedentes da China na dívida do governo dos EUA, nos títulos do Tesouro, e também nos títulos imobiliários Freddie Mac e Fannie Mae. A agitação do Tibete foi marcada para o período que antecedia as Olimpíadas de Pequim. Ao abanar as chamas da violência no Tibete, sob essas condições voláteis, indicava que Washington havia decidido fazer um jogo geopolítico de alto risco com Pequim.

A intromissão dos EUA no Tibete foi iniciada pelo governo Bush nos meses anteriores, coincidindo com a sua interferência no Sudão e em Mianmar, e incluía a ‘entente’ militar especial com a Índia, dirigida contra a China. No final de 2004, o Secretário de Defesa dos EUA, Rumsfeld, propôs à Índia um novo nível de cooperação militar e estratégica, ao actualizar a “Minuta Acordada sobre as Relações de Defesa de 1995”. Mais tarde, fontes militares e diplomáticas dos EUA admitiram que o seu objectivo estratégico era o papel económico crescente da China, na Ásia.(32)

A operação do Tibete ganhou luz verde em Outubro de 2007, quando George Bush concordou em encontrar-se com o Dalai Lama, pela primeira vez publicamente, em Washington. O Presidente dos Estados Unidos estava bem ciente da enormidade de tal insulto à China, o seu maior parceiro comercial. Bush então aprofundou a afronta a Pequim, ao participar na cerimónia de Washington, concedendo ao Dalai Lama a Medalha de Ouro do Congresso.

A decisão de Bush, filho de um antigo Embaixador dos EUA em Pequim, foi deliberada. Ele estava bem ciente de que a presença do Presidente dos Estados Unidos numa cerimónia oficial do governo dos EUA, em homenagem ao Dalai Lama, seria percebida como um sinal do apoio crescente dos EUA ao movimento de independência do Tibete.

Imediatamente após os monges tibetanos se revoltarem, em Março de 2008, o entusiasmo do apoio pró-Tibete de George Bush, Condoleezza Rice, do francês Nicolas Sarkozy e da alemã Angela Merkel, atingiu o absurdo. Embora a Chanceler Merkel tenha anunciado que não compareceria às Olimpíadas de Pequim, ela pronunciou declarações contraditórias sobre se esse facto seria para protestar contra o tratamento que Pequim fazia aos monges tibetanos, ou se seria devido a compromissos anteriores. Não importava; a publicidade em torno do “debate” bastava para dar a impressão de um protesto internacional. Na verdade, Angela Merkel planeou primeiro, não comparecer às Olimpíadas.

O anúncio de Merkel foi seguido de outro, do Primeiro Ministro da Polónia, o pró-Washington Donald Tusk, dizendo que ele também permaneceria afastado, juntamente com o Presidente Checo pró-EUA, Vaclav Klaus. Não estava claro se eles também não tinham planeado ir, em primeiro lugar, mas os seus anúncios criaram cabeçalhos mediáticos melodramáticos.

A onda de protestos violentos e ataques de monges tibetanos contra moradores chineses de etnia Han no Tibete, começou em 10 de Março, quando várias centenas de monges marcharam em Lhasa, pedindo a libertação de outros monges supostamente detidos por celebrar o recebimento da Medalha do Congresso dos EUA, pelo Dalai Lama, no mês de Outubro anterior. O primeiro grupo de monges foi acompanhado por outros monges que protestavam contra o governo de Pequim e comemoravam o 49º aniversário de uma revolta tibetana anterior, contra o domínio chinês.

O Jogo Geopolítico do Tibete

Monday, August 19, 2019

EN -- BENJAMIN FULFORD: 19:08:2019


U.S. government suffers from terminal Epstein-Barr infection

August 19, 2019

The U.S. political dialogue of late has been dominated by Mossad pedophile blackmailer Jeffery Epstein and Bush-era Iran Contra cover-up artist Attorney General William Barr, and this is probably no coincidence.  The choice of Epstein and Barr may well have been a deliberate nod to the Epstein-Barr virus.  Also known as mononucleosis or the “kissing disease,” Epstein-Barr (EB) was one of the first viruses engineered by the Nazi faction to cause cancer in targeted victims, according to Japanese military intelligence.  In this case, we have a staged public fight between Deep State agents Epstein (Mossad) and Barr (Nazi/Mossad) that seems to be deliberately causing a fatal malfunction in the U.S. political dialogue as portrayed by the corporate propaganda media.

Let us look behind the “botched” Epstein operation to see if it is actually part of something much more sophisticated.

The staging of Epstein’s “suicide” in a “suicide-proof” jail cell was immediately condemned by Barr, even though it occurred on his watch.  Immediately after the “suicide,” news was released showing that Epstein had a bone broken in his neck that usually only breaks when a person is deliberately strangled.  Following this, there was an “official” autopsy result showing that it was a “suicide” after all.

What is interesting about this operation is that opinion polls show that a majority of Americans, 42%, believe he was murdered, while only 29% believe the “official” story that he committed suicide.

This means that now only a minority of hard-core Kool-Aid-drinking Americans believe their government.

In fact, Pentagon sources say that Epstein has been allowed to…

rv


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irmãos de armas


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PORTUGUÊS

GUERRA NUCLEAR: O DIA ANTERIOR

De Hiroshima até hoje: Quem e como nos conduzem à catástrofe

ÍNDICE

TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


The Putin interviews


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




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